Foi apresentada na sexta-feira, dia 24 de Outubro, a nova campanha de prevenção da Liga Portuguesa Contra a Sida, que completou nessa data 18 anos. Com criatividade da agência de publicidade McCann Erickson, a campanha dirige-se ao público em geral, apesar de incidir mais sobre as camadas mais jovens, uma vez que é neste público que se verifica um aumento da sida. O objectivo da mensagem é relembrar da importância do uso do preservativo. O filme está inserido na Campanha Testamento para a qual está previsto campanhas na imprensa. O filme apresenta um testamento feito por um jovem para todos aqueles que gosta, quando sabe que tem sida.A produção é da Garage, com realização de Enrique Escamilla e produção executiva de Miguel Varela. A pós-produção de imagem e de som são, respectivamente, da Íngreme e da Índigo.

 Meios&Publicidade 27 de Outubro de 2008, por Maria João Lima

Esta definição, quanto a mim não existe de forma rígida e concreta. No entanto, podemos estabelecer algumas ideias e conceitos que nos possam ajudar a clarificar algumas ideias pré-concebidas e tantas vezes erradas.

 

Feito um inquérito numa pequena comunidade, sobre o que se pensava que era a sexualidade obtiveram-se as seguintes respostas:

 

- necessidade de amar e ser amado

- alegria

- carinho

- afecto

- atracção física

- emoção

- partilha

- sensibilidade

- viver

- felicidade

 

É curioso o facto de se associar a sexualidade a algum tipo de emoções. Para a generalidade das pessoas não é, portanto, um acto isolado e mecânico. Há toda uma série de factores subjectivos inerentes à sexualidade, sempre na perspectiva de bem-estar.

 

Para explorar este tema teríamos que o compartimentar em faixas etárias, já que a sexualidade está connosco desde que nascemos. É intrínseco ao nosso ser. Mas penso que seja pertinente cingirmo-nos apenas aos adultos.

 

A sexualidade dos adultos, como consequência do grau de diversidade que implicam as suas formas de vida, é muito diferente.

Casados e solteiros, heterossexuais e homosexuais, conservadores e liberais, pessoas da cidade ou das zonas rurais, doentes e sãos, mulheres e homens, etc vivem a sexualidade de formas muito diferentes. Mesmo dentro de cada uma destas categorias, cada pessoa, em função da sua ideologia, costumes, formas de vida, personalidade, religião, vive a sexualidade de forma distinta. Também ao longo da vida adulta se passam por etapas distintas da nossa forma de viver a sexualidade.

 

Se considerarmos todos estes factores, concluímos facilmente que é impossível generalizar a sexualidade adulta. Assim, tudo que se possa afirmar tem um valor relativo.

 

A frequência da actividade sexual, o grau de satisfação, o nível de compromisso, os afectos, etc, dependem de numerosos factores, destacando-se, segundo alguns estudiosos, a orientação sexual e o estado civil. A sexualidade entre o casal evoluiu, havendo uma aproximação entre homem e mulher. A antiga moral de relacionar a sexualidade à reprodução, o medo da gravidez, a negação do prazer à mulher, têm vindo a desaparecer. As necessidades sexuais da mulher são hoje reconhecidas, havendo plena consciência de que o prazer é a dois.

 

Apesar de tudo, a mulher continua a ser sobrecarregada em numerosas tarefas, como a educação dos filhos, toda a gestão doméstica, a acumular com as funções que desempenham na empresa. Não será de estranhar, que, por

 vezes, a sua pré-disposição para o acto sexual esteja um pouco esmorecida.

 

Nas últimas décadas, apesar de ter havido uma diminuição de diferenças na forma como homens e mulheres vivem a sexualidade, mantêm-se ainda algumas diferenças significativas.

 

A actividade sexual é em si mesma, mais valorizada pelos homens do que pelas mulheres. Pelo menos até há algum tempo. Crê-se que está a haver uma maior tomada de consciência da sexualidade feminina pelas próprias mulheres, as quais começam a ser mais exigentes com o sexo oposto. De facto, ao longo da sua vida vital, os homens, em geral, têm mais experiências sexuais que as mulheres. Isto porque normalmente os homens tendem a separar mais a componente afectiva da sexual. Até nos casais ditos “estáveis”, a esmagadora maioria dos homens têm experiências extra-conjugais com alguma frequência. A maior parte das vezes não o fazem para magoar a parceira ou por já não sentirem nada por ela. Não é nada disso. Fazem-no porque gostam de fugir à rotina, gostam de aventuras, de experimentar novas sensações ou variantes sexuais que as suas legítimas não lhes fazem.

 

No entanto, são os homens quem toma mais vezes a iniciativa mas centram-se quase exclusivamente no coito propriamente dito. As mulheres valorizam mais os preliminares e toda a envolvência afectiva que levará depois à relação coital.

 

Todas estas diferenças de formas de sexualidade entre mulher e homem, como identidades sexuais diferentes são também acentuadas por factores sociais. As situações de isolamento social devido a divórcio, viuvez ou apenas pela sobre-ocupação da mulher, pois como sabemos é nesta que recai as principais tarefas domésticas, faz com que a sua vida sexual seja insatisfatória. Inclusive a realização profissional, familiar e social são determinantes para a forma como se vive a sexualidade.

 

Pelo que já referi, torna-se também claro o porquê dos homens procurarem acompanhantes para encontros prazeirosos, interessantes e sexualmente estimulantes. É para sair duma rotina redutora, na maior parte das vezes, das suas fantasias sexuais, poder conversar sobre temas diversos, nomeadamente confidenciar aspectos da sua vida profissional e pessoal, assuntos estes que não confiaria a mais ninguém. Ele sabe que a acompanhante é discreta, entende e apoia na medida do possível.

 

Para concluir este tema tão vasto e complexo, mas que explorei de forma simplificada, dado o objectivo em causa (pequeno artigo) irei concluir com a definição de sexualidade preconizada pela OMS (Organização Mundial de saúde):

 

Sexualidade é…

 

“Uma energia que nos motiva a procurar amor, contacto, ternura e intimidade,

Que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos, e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por fim, influencia também a nossa saúde física e mental.”

 

Curioso o facto de no questionário inicial feito a cidadãos comuns eles irem de encontro à própria definição da OMS.

 

Já agora, direi que uma vida sexual satisfatória é um grande passo naquilo que todos ambicionamos – sermos felizes! (Esta é de minha autoria!)

 

Vera Morgado

http://escortveramorgado.wordpress.com

Regra geral: boa parte das pessoas que ligam querendo saber informações ou marcar um encontro dizem: “Vi o teu anúncio.”

Se a acompanhante entretanto responde com uma pergunta, “Onde?”, boa parte não sabe responder, ou então gasta uns bons segundos tentando recapitular as suas últimas visitas na web…

Acha que essa informação não tem assim tanta importância? Muito se engana… Se você está tentando contactar uma acompanhante pela primeira vez, leia o texto abaixo e perceberá o motivo de tal informação ter sim a sua importância. Será bom para ela, e para você também…

 

Ponto 01: As acompanhantes são pessoas comuns

 

As acompanhantes são pessoas comuns, assim como você. Gosta de ser valorizado no seu trabalho? Gosta que olhem para o que você realmente é? Gosta que se lembrem de você como uma pessoa, e não apenas como um número? Com as acompanhantes se passa exactamente a mesma coisa. Erro comum em boa parte dos homens é achar que todas as acompanhantes são iguais. Antes de serem acompanhantes são pessoas, e estar com alguém, por mais que possa envolver algum ou muito profissionalismo, envolve também algo muito pessoal,  afinal é um contacto entre pessoas, e não entre máquinas.

 

E é justamente este o diferencial, são pessoas. Há pessoas mais iguais, outras mais diferentes, em qualquer lado que você olhe, e com as acompanhantes idem. Há aquelas que terão uma preferência, outras que terão outra, umas que gostam de um tipo de personalidade, outras que gostam de outro tipo. Ou seja, o facto de gostarem de receber um tipo de pessoa ou de conduzirem o encontro de uma determinada forma irá condizer não com o facto de serem acompanhantes, mas é quilo que são enquanto pessoas, porque é o que são enquanto pessoas que vai determinar o que gostam ou não, o que preferem ou não, etc.

 

Ponto 02: Grupos

 

Então o simples facto de serem todas acompanhantes não quer dizer que sejam todas iguais. Podem ter características pessoais parecidas, apenas isso.

 

As acompanhantes independentes, apesar de atenderem e gerirem as suas agendas na maior parte das vezes sozinhas, estão isoladas de outros tipos de acompanhantes – as não independentes, por exemplo – mas isso não significa que diversas áreas do mesmo sector não possam influenciar as outras.

 

Um exemplo? Quando se trabalha em grupo – em apartamentos de convívio com várias meninas, por exemplo - é necessário que, apesar de cada uma possuir as suas caracterí­sticas individuais, enquanto grupo haja uma harmonia entre elas. Se apenas uma do grupo – exemplo -  cede às relações desprotegidas, isso prejudicará todo o grupo, porque os visitantes – ou uma boa parte deles – passarão a pedir pelo mesmo. Isso não quer dizer que todo o grupo terá que ceder às relações sexuais desprotegidas, mas significa que, afinal, apenas por causa da falta de ética de uma, todo o grupo passará a ser prejudicado porque perderá um imenso tempo recusando tais pedidos.

 

Ponto 03: Qualidade x Quantidade

 

Para uma acompanhante independente não é importante a quantidade de pessoas que recebe, mas a qualidade destas. Quanto á  “qualidade”, este ponto pode variar de acordo com as caracterí­sticas pessoais de cada acompanhante (caracterí­sticas individuais que referi no iní­cio deste artigo). No meu caso, por exemplo, prefiro pessoas meigas, carinhosas, discretas. Ou seja, para mim, quanto mais forem meigas, carinhosas e discretas, mais qualidades estas pessoas têm. Entretanto isso faz parte de uma postura minha, não querendo dizer que todas as acompanhantes tenham o mesmo critério (e nem devem ter, é aquilo que falei, são características pessoais, e não características “profissionais”). Por exemplo, há acompanhantes que podem ter restrições quanto á  idade, quanto ás práticas, (quanto a isso, lembrem que uma acompanhante é recompensada pelo seu tempo de companhia),  etc., ou seja, isso vai depender muito do gosto pessoal de cada uma, e é de acordo com o gosto pessoal de cada uma que se determinará então, para ela, essa “qualidade”.

Essa “qualidade”, ao contrário do que se possa pensar, é sim importante, para ambos. Afinal, se recebo uma pessoa que tem essas caracterí­sticas que prezo – ser meigo, carinhoso, discreto – com certeza o encontro será muito mais natural e espontâneo do que se, por exemplo, recebesse alguém que não tivesse essas caracterí­sticas.

 

Ponto 04: Publicidade

 

Mas até a acompanhante independente encontrar essas pessoas que têm as mesmas caracterí­sticas que ela aprecia, levará um tempo. Ela precisa então se divulgar para um maior número de pessoas possível para que, dentro desse grande grupo de pessoas, haja uns poucos que afinal tenham essas caracterí­sticas. Mas divulgar para um grande número de pessoas tem um limite e também os seus critérios. Lembra daquele exemplo que dei sobre uma acompanhante, num grupo, ceder ás relações desprotegidas? Lembra do que eu dizia sobre “grupos”? O que acontece com aquela acompanhante que está num grupo com alguém que cede ás relações desprotegidas é que, dentro de algum tempo, ela sentirá um desgaste, afinal perderá muito tempo até encontrar aquele que tem as qualidades que aprecia, incluindo o facto de também não aceitar as relações desprotegidas. No caso da divulgação acontece o mesmo, principalmente porque, por parte daquele que procura, há uma tendência em classificar as acompanhantes enquanto grupo. Se eu por exemplo, que não cedo ás relações sexuais desprotegidas, me insiro num site onde há muitas acompanhantes que cedem, por mais que eu deixe muito claro no meu anúncio, sempre haverá um grande número de pessoas a me procurar em função das tais relações desprotegidas, isso pelo simples facto de eu estar anunciando no mesmo espaço. A questão é que, como num site de anúncios a tendência é que se veja não apenas um anúncio, o homem – alguns, não todos – então passe a entender algumas informações de forma generalizada, e não individual.

 

Nada impede de, por exemplo, eu ter anunciado hoje num site e, algumas semanas depois, notar vários anúncios que nada condizem com a minha postura e ética. (Isto é, em determinados sites). Ou seja, hoje aquele site pode estar me enviando pessoas carinhosas e meigas, amanhã posso estar recebendo telefonemas de pessoas que desejam uma relação sexual desprotegida, em função apenas dos outros anúncios.

 

Eu, e assim creio uma boa parte das acompanhantes, recebo vários e-mails e até mensagens escritas – geralmente não solicitados – de diversos sites de anúncios. Entretanto o que desconhece o webmaster ou administrador da maioria destes sites é que, para mim, o que interessa, em termos de divulgação na web, não é apenas a quantidade – nesse aspecto a quantidade será importante para que, dentro deste número, haja um menor que se encaixa com as minhas tais características individuais -, mas sobretudo a qualidade. Porque, sendo independente e gerindo sozinha a minha agenda, o que me interessa não é ser telefonista o dia inteiro dando informações sobre HIV e doenças sexualmente transmissí­veis, mas falar ao telefone e me encontrar com aqueles que concordam com a minha postura e filosofia, e que procurem exactamente o mesmo. Ou seja, se nestes sites há um grande número de anunciantes que cedem ás relações desprotegidas, não é o número de visitas mensais que me atrairá àquele site; pelo contrário, este simples detalhe me afastará deste site, porque afinal sei que ele até pode me trazer um retorno em telefonemas, mas um retorno em telefonemas que não condizirá com um retorno em compatibilidades, consequentemente em encontros. Este retorno em telefonemas será apenas uma tarefa cansativa durante o dia, e quando a gente gasta tempo com aquilo que não merecia, perde um tempo que poderia gastar com aquilo que merece. Ou seja, se o meu telemóvel toca mil vezes com ligações de pessoas que procuram pelas relações desprotegidas, significa um menor acesso àqueles que não desejam as relações desprotegidas e que buscam pelas minhas caracterí­sticas individuais.

 

Ponto 05: Indicar onde encontrou a acompanhante

 

Então, pelo lado negativo, é sim importante saber onde foi que o anúncio foi visto. Porque, se de repente um site só me traz como retorno ligações de pessoas que buscam por uma relação sexual desprotegida – pessoas estas que não quero e nem vou atender – o mais sensato é, com certeza, tirar o meu anúncio de tal espaço. Ou seja, sendo necessário para a acompanhante fazer uma boa divulgação para atrair aqueles que têm as mesmas caracterí­sticas e desejos, é sim muito importante que, ao contactá-la, refira onde foi que encontrou o seu anúncio.

 

Mas indicar onde encontrou a acompanhante é também essencial por outro aspecto, um aspecto muito positivo. Lembra do que disse que todos nós queremos ser vistos como pessoas, e não como números? Se você diz onde a encontrou, já está a ganhar um ponto. Porque o facto de se lembrar, de fazer a referência, mostrará, pelo menos, que se lembra dela, facilitando para que haja também um vínculo mais pessoal e que esse encontro, consequentemente, seja especial para ambos.

 

Além disso você estará ajudando para que os sites de anúncios de acompanhantes tenham cada vez mais qualidade. O Prazer Sublime, por exemplo, só aceita acompanhantes independentes, maiores de 18 anos, que estejam mesmo na actividade e que tenham um compromisso com a ética. Sendo o Prazer Sublime um site de anúncios gratuitos para as acompanhantes – como referi, acompanhantes que estão mesmo na actividade, maiores de 18 anos e que têm um compromisso com a ética – o facto de você indicar á acompanhante que a viu no site não envolve qualquer benefício financeiro, mas faz com que a qualidade do site possa sempre ser maior. No que diz respeito á ética, o Prazer Sublime não aceita, por exemplo, anúncios de acompanhantes que cedam ás práticas sexuais desprotegidas. Ou seja, se você viu o anúncio dela no Prazer Sublime, informá-la disso será um óptimo sinal, dado que dizer que viu o anúncio dela no Prazer Sublime significa que, de certo modo, você também não estava procurando por relações desprotegidas. Ou seja, indicar o site é sempre importante: para o site, para a acompanhante e para você.

 

Amante Profissional.

967262559

Meu livro: http://alugomeucorpo.com

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